Vivo em um casulo, e minha única esperança é recordar
da liberdade da Pedra Branca.
Vivo preso entre paredes de concreto, vivo a conter-me.
Já me permiti fazer parte dessa nostalgia geral e confesso:
Não sei mais viver sem esse marasmo e melancolia.
Se liberdade depende de escolha,
escolhi uma liberdade contida
não sei se é verdadeira,
mas sei que é intensa.
E nessa dissimulação onipresente
disponho minha sinceridade.
Se sofrerei consequências graves não sei,
só espero reciprocidade.
E que meus atos de ardil sejam tratados com o mesmo revés,
mas que os atos de amor sejam também reconhecidos.
E enquanto vou seguindo nesse conflito,
só quero ter a boa fortuna de recordar-me
da Pedra Branca,
onde havia horizonte,
onde havia futuro.
por Pucca.
da liberdade da Pedra Branca.
Vivo preso entre paredes de concreto, vivo a conter-me.
Já me permiti fazer parte dessa nostalgia geral e confesso:
Não sei mais viver sem esse marasmo e melancolia.
Se liberdade depende de escolha,
escolhi uma liberdade contida
não sei se é verdadeira,
mas sei que é intensa.
E nessa dissimulação onipresente
disponho minha sinceridade.
Se sofrerei consequências graves não sei,
só espero reciprocidade.
E que meus atos de ardil sejam tratados com o mesmo revés,
mas que os atos de amor sejam também reconhecidos.
E enquanto vou seguindo nesse conflito,
só quero ter a boa fortuna de recordar-me
da Pedra Branca,
onde havia horizonte,
onde havia futuro.
por Pucca.

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